Entenda as diferenças entre Medição Física e Medição Financeira na construção civil

Conheça melhor a medição física e a medição financeira e saiba como elas podem ser um diferencial no acompanhamento de obras da sua construtora.

O acompanhamento de obras é elemento essencial da construção civil e determinante em uma gestão de obras de qualidade e capaz de controlar a evolução, orçamento e cronograma. 

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Além disso, tem papel fundamental na antecipação de problemas e na redução de impactos negativos ao projeto.

Para que esse acompanhamento seja feito de modo eficiente é importante incluir como etapa do planejamento de obras as medições de obras e serviços na construção civil.

Muitas construtoras veem essas medições como um grande desafio, uma vez que dependem de detalhamento e de profissionais capacitados e atentos para seu desenvolvimento. 

No entanto, superar o desafio é preciso, principalmente por construtoras que desejam desenvolver uma gestão de obras mais estratégica.

Acompanhe aqui as diferenças entre a medição física e a medição financeira e descubra como usar essas duas ferramentas em prol do crescimento do seu negócio.

Medição Física e Medição Financeira: aprenda a diferenciar

A medição de obras é um processo de grande importância e que tem muito impacto no desenvolvimento do orçamento, no momento de acompanhar a execução e no levantamento quantitativo de materiais, equipamentos e mão de obra.

Uma medição mal feita acarreta prejuízos muito altos para uma construtora, já que acaba resultando em atrasos, necessidade de comprar mais materiais ou sobras e desperdícios e podem prejudicar mesmo a qualidade construtiva. 

Assim, é um processo que protege o andamento físico da obra e a manutenção dos custos levantados no planejamento, auxiliando na otimização da gestão de obras.

Para entender melhor a medição de obras é essencial conhecer suas duas partes: a medição física e a medição financeira. Acompanhe a diferença entre as duas:

Medição física

Na medição física se observa o desempenho físico da obra, ou seja, a quantidade de serviços que são executados no canteiro de obras. 

Essa medição é parte integrante do acompanhamento do cronograma físico real da obra, não se relacionando com outros documentos.

Com ele a construtora pode verificar os custos unitários de cada serviço realizado na obra, considerando os materiais utilizados e a mão de obra que o executou.

Medição financeira

Essa medição é baseada no contrato cadastrado da obra, ou seja, no custo da obra vinculado ao contrato. 

Isso significa que ele não está ligado a um orçamento específico, uma vez que eles são fechados e aprovados depois que o contrato é registrado.

Sim, é importante lembrar que o custo da obra no contrato e o orçamento da obra com os fornecedores podem ser diferentes, ainda que o valor dos orçamentos deva sempre estar dentro do custo passado para o cliente.

A medição financeira, então, vai avaliar os custos unitários dos serviços em relação ao custo total esperado da obra. Algumas variações podem ser vistas, nem sempre o orçamento de empreitada ou de receita vão ter os mesmos valores que o orçamento de base.

O ideal, na verdade, é que a medição financeira seja feita para acompanhar cada um dos orçamentos que acompanham a obra. 

Assim, é necessário ter uma medição para o contrato com o empreiteiro, uma para o contrato de receita e assim por diante.

Cada uma dessas medições vai oferecer um panorama financeiro de suporte para o acompanhamento da obra.

A principal diferença

Como fica claro na descrição de cada tipo de medição, a diferença está no foco do tipo de medição. 

Enquanto a medição física é pensada para acompanhar custos de execução, seguindo o cronograma de atividades da obra, a medição financeira tem mais foco nos custos reais da obra e na movimentação de dinheiro, acompanhando mais os orçamentos.

 

Acompanhamento de obras e medição: a combinação essencial para a gestão de obras de sucesso

Já comentamos aqui no blog sobre algumas dicas práticas para um acompanhamento de obras eficiente. Uma coisa que observar essas dicas deixa claro é que quanto mais detalhados e completos os documentos que o responsável tem em mãos são, melhores serão os resultados das verificações e da obra.

Esse é o papel que a medição desempenha no acompanhamento: fornecer ainda mais dados para um controle maior dos cronogramas e orçamentos durante a execução do projeto.

É por esse motivo que toda construtora deve buscar otimizar seus sistemas e garantir uma medição eficiente. Assim, o controle de fluxo de caixa, qualidade de materiais, produtividade da mão de obra e todos os outros departamentos se torna maior.

Esse é o tipo de controle que faz toda diferença na hora de gerir projetos visando a lucratividade e crescimento da construtora. 

Além disso, a maior qualidade da própria obra é que é possível conseguir colocar um bom acompanhamento com o uso das medições como um diferencial competitivo para o negócio.

Na hora de garantir esse controle, nunca é demais apostar e investir em tecnologias que permitam controlar e eliminar erros da medição física e medição financeira e que facilitem o processo de acompanhar a evolução da obra.

Não é surpresa dizer, ou ao menos imaginamos, que softwares de gestão de obras são um bom diferencial nessa hora. Pensados especificamente para a realidade da construção civil, garantem a visibilidade da obra e o controle do planejamento e execução necessários para uma boa medição e verificação dos trabalhos.

Otimize seu fluxo de gestão e garanta os melhores resultados conhecendo bem os processos de gestão de obras com softwares, acompanhamento e medições de obras com os conteúdos exclusivos do Obra Prima aqui no nosso blog.

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